sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
"Acordo às quatro" - música do médico e compositor Marcondes Costa (coincidentemente meu pai!), gravada por Luiz Gonzaga.
Acordo às quatro
Tomo meu café
Dou um beijo na muié
E nas crianças também
Vou pro trabáio
Com céu ainda escuro
Respirando esse ar puro
Que só minha terra tem
Levo comigo
Minha foice e a enxada
Vou seguindo pela estrada
Vou pro campo trabaiá
Vou ouvindo
O cantar dos passarinhos
Vou andando, vou sozinho
Tenho Deus pra me ajudar
Tenho as miúças
Carneiro, porco e galinha
Tenho inté uma vaquinha
Que a muié véve a cuidar
E os menino
Digo sempre a Iracema
Em Santana de Ipanema
Todos os três vai estudar
Pois eu não quero
Fío meu analfabeto
Quero no caminho certo
Da cartilha do abc
Eu mesmo
Nunca tive essa sorte
Mas eu luto inté a morte} bis
Móde eles aprender
(Marcondes Costa)
domingo, 25 de outubro de 2015
NOITE (Letra de Música)
"Nas amarras dos desejos
Eu busco novos caminhos
Abraço as damas da noite
Me embalo nos seus carinhos
Eu bebo o pecado das ninfas
Em dedos de lindos anéis
E a noite descobre segredos
No leito dos infiéis
A lua escorrega nas ruas
Enfeita novos bordéis
Mulheres desfazem seus sonhos
Nos braços de homens cruéis
Paixão tirana e mortal
Repete o mesmo ciúme
No rosto de um corpo abatido
Exala um forte perfume
As flores adornam os copos
Na mesa dos apaixonados
Nas rugas de um bêbedo hostil
O tombo dos desamparados"
(Música de Marcondes Costa e Chico Elpídio)
Eu busco novos caminhos
Abraço as damas da noite
Me embalo nos seus carinhos
Eu bebo o pecado das ninfas
Em dedos de lindos anéis
E a noite descobre segredos
No leito dos infiéis
A lua escorrega nas ruas
Enfeita novos bordéis
Mulheres desfazem seus sonhos
Nos braços de homens cruéis
Paixão tirana e mortal
Repete o mesmo ciúme
No rosto de um corpo abatido
Exala um forte perfume
As flores adornam os copos
Na mesa dos apaixonados
Nas rugas de um bêbedo hostil
O tombo dos desamparados"
(Música de Marcondes Costa e Chico Elpídio)
Quer seja no zênite da bem-aventurança, quer seja no cume da dor, o indivíduo é capaz de perceber com a absoluta limpidez das águas diáfanas a sua indissociabilidade do todo. Tal capacidade, contudo, vem sendo paulatinamente corroída pelo próprio agente em sua busca insaciável pelo que erroneamente passou a denominar "progresso". (Adlla Rijo)
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)

